Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2015

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 O Núcleo Regional de Vila Real e Viseu da Quercus foi contactado por moradores da região de Chaves, denunciando suspeitas de contaminação do rio Tâmega por metais pesados, veiculadas na imprensa e redes sociais espanholas.

Segundo a publicação “La Voz de Galicia.es”, foram detetados teores de arsénio e de chumbo na água superiores 700 e 1900 vezes, respetivamente, aos valores estabelecidos como Normas de Qualidade da Água da lei Espanhola (Decreto 60/2011).

A contaminação estará relacionada com as obras de um túnel que está a ser construído para o TGV espanhol. Os sedimentos provenientes dessa obra são arrastados e depositados em canais na região Norte da bacia do Tâmega.

Esta contaminação poderá causar risco sanitário não só para a povoação de Laza (a que se encontra mais próxima do local de contaminação), mas também para toda a bacia do Tâmega. De salientar ainda que o troço galego do Rio Tâmega faz parte da Rede Natura 2000.

Estas notícias estão a causar preocupação em algumas populações da região de Chaves, pois na localidade de Vila Verde da Raia existe um açude, no Rio Tâmega, que distribui água através de um sistema de rega para a veiga de Chaves. A população teme que uma eventual contaminação da água possa vir a afetar os solos e os produtos agrícolas produzidos na região.

Mais ainda, a água contaminada pode colocar em perigo a saúde pública através dos alimentos ali produzidos, caso se confirme a veracidade da notícia. As implicações deste tipo de poluição na água do rio Douro não são conhecidas.
A Quercus solidariza-se com as preocupações das populações e pede às autoridades nacionais que procedam a análises sistemáticas da água, tanto no Rio Tâmega, a montante de Chaves, como na sua foz com o rio Douro.

Por outro lado, a Quercus vai solicitar ao Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia informações sobre este assunto, nomeadamente sobre se já foram encetados contactos com as autoridades do país vizinho e quais as medidas que estas estão a tomar para travar a contaminação.

A saúde das populações e dos ecossistemas fluviais devem ser acautelados, sob risco de estarmos perante elevados impactes ambientais acumulados.

publicado por escolaverde às 12:59


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O Projeto Floresta Comum, em parceria com o Município de Melgaço e a Corticeira Amorim, e com o apoio da Junta de Freguesia de Cousso, entre outros, vai plantar amanhã, dia 24 de janeiro, 2700 sobreiros na Freguesia de Cousso, na encosta do vale do rio Mouro, Serra da Peneda.

Esta ação de plantação de árvores autóctones portuguesas pretende criar uma barreira de prevenção de incêndios na Serra da Peneda, às portas do Parque Nacional da Peneda e Gerês. Esta iniciativa do Município de Melgaço é apoiada pelo Projeto Floresta Comum da Quercus, ICNF, ANMP e UTAD e tem o apoio especial da ESB-UCP. A ação no terreno conta com o trabalho de voluntariado dos colaboradores da Corticeira Amorim.

A maioria das plantas utilizadas nesta ação tiverem a origem numa candidatura submetida pelo Município de Melgaço à Bolsa Pública de Árvores doProjecto Floresta Comum. A ação "Like us, we'll plant a cork tree", realizada nos EUA pelo projeto "100% Cork", apoiará esta plantação com 500 sobreiros, e a marca "CorkWay" com 200 sobreiros. Este bosque será constituído por 2700 sobreiros, 700 carvalhos, 570 ulmeiros e mais seis outras espécies autóctones, numa área ardida com cerca de 10 hectares, localizada num baldio próximo do lugar de Virtelo da freguesia de Cousso.

A plantação de sobreiros, carvalhos e outras espécies autóctones na Serra da Peneda ajudará a criar, no futuro, uma barreira ao avanço de incêndios. As florestas autóctones estão mais adaptadas às condições do solo e do clima do território, sendo por isso mais resistentes aos incêndios, pragas, doenças, longos períodos de seca ou de chuva intensa, em comparação com espécies introduzidas. Nesse sentido, a criação de áreas florestais com espécies autóctones, como o carvalho e o sobreiro, é uma das estratégias recomendadas para a proteção contra os fogos florestais nas zonas Norte e Centro de Portugal, que apresentam maior incidência de incêndios. A acrescentar ainda, nas funções desempenhadas por este tipo de floresta, a mitigação de CO2 no combate às alterações climáticas e a regulação do ciclo hidrológico, conservação da biodiversidade e o equilíbrio biológico das paisagens.

publicado por escolaverde às 12:57


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 Portugal é um dos países com maior apetência para a utilização da energia solar dado o nosso elevado número de horas de sol. Porém, em termos de potência instalada, o solar fotovoltaico representa apenas 3,4% do total de eletricidade renovável e a produção no ano de 2014 foi apenas de 1,9% do total assegurado por fontes renováveis (Fonte: Direção Geral de Energia e Geologia - DGEG, 2015).

 Desde 19 de janeiro de 2015 que é mais fácil para os consumidores (famílias e empresas) produzirem eletricidade e serem, em parte, autossuficientes, evitando consumir energia da rede.

A importância deste novo regime

Numa altura em que as tarifas de apoio à produção de energia renovável estão a desaparecer, este é um passo para incentivar a produção de energia renovável, particularmente de energia solar fotovoltaica. A Quercus espera que esta medida resulte em muito mais potência renovável instalada em Portugal, bem como novos investimentos neste setor da economia verde.

Existem muitas empresas no mercado que podem ajudar a avaliar o investimento que os cidadãos pretendem realizar.

publicado por escolaverde às 12:54


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publicado por escolaverde às 12:47


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Primeiro cálculo global mostra a verdadeira dimensão do problema. Em 2010, oito milhões de toneladas foram parar aos oceanos.

As ilhas de detritos de plástico que desde há quatro ou cinco décadas estão a agigantar-se em alguns pontos dos oceanos, empurradas pelas correntes, são apenas a ponta do icebergue... de plástico que polui os mares, mas cuja dimensão real era até agora impossível de calcular. Um grupo de investigadores norte-americanos fez novas contas e chegou a um número: cerca de oito milhões de resíduos de plástico foram parar aos oceanos, só em 2010. A tendência é para crescer, e muito.

Oito milhões de toneladas de plástico é o equivalente a sete sacos e meio de compras de supermercado a cada meio metro de costa, em todos os 192 países costeiros do mundo - uma imagem nada agradável para um passeio na praia.

publicado por escolaverde às 12:45


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