Quinta-feira, 29 de Outubro de 2015

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Estudo em que participa uma equipa portuguesa permite concluir que as árvores do Mediterrâneo captam mais CO2 do que as da Europa do Norte

Há muito tempo que os cientistas sabem que ao olhar para os anéis das árvores se pode perceber se o ano foi de seca ou de abundância – maiores quando chove, menores quando falta água. Quase como um detetive a analisar a cena de um crime, os climatologistas estudam o tronco das árvores, à procura de pistas sobre o clima do passado. E assim consegue-se hoje em dia saber se choveu muito ou pouco, há centenas de anos, quando ainda não havia registos de temperatura e pluviosidade.

Agora, um estudo internacional, publicado na Nature Plants, que envolveu vários países, entre eles Portugal, mostrou que a análise aos anéis das árvores também pode ajudar a perceber melhor o ciclo das alterações climáticas, em particular a absorção de carbono.

http://visao.sapo.pt/atualidade/2015-10-27-Arvores-captam-mais-carbono-quando-a-temperatura-aumenta-

publicado por escolaverde às 08:51


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 O mar, com ondas de quatro metros, varreu o areal de uma ponta a outra e levou uma parte significativa dos inertes, artificialmente colocados no Verão passado para dar mais espaço aos banhistas.

O que se passou na costa vicentina, diz o presidente da Administração Hidrográfica do Algarve (ARH), Sebastião Teixeira, foi uma “situação normal, embora pouco frequente”. A forte ondulação coincidiu com uma maré de águas vivas e isso fez com que uma parte das recargas de areias tenha desaparecido. O areal de Odeceixe emagreceu quase um metro.

http://www.publico.pt/local/noticia/mare-viva-varre-costa-alentejana-e-leva-praia-fluvial-de-odeceixe-1712675

publicado por escolaverde às 08:46


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 Portugal é o país mediterrânico cuja alimentação mais faz mal ao planeta. E, por irónico que pareça, a maior culpa é do elevado consumo de peixe – um alimento saudável.

Para Portugal, este valor é de 4,5 hectares por habitante. É o quarto país mediterrânico com a maior pegada ecológica, depois de França, Eslovénia e Itália.

Dois factores contribuem para este resultado. O primeiro é simples: em Portugal, come-se muito. A FAO – a agência das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura – recomenda como saudável uma dieta diária de 2500 quilocalorias por pessoa. Em Portugal, consomem-se 3500 – 40% a mais. “Isto não é exclusivo de Portugal. Encontramos valores similares noutros países, como Espanha, Grécia e Itália”, afirma Alessandro Galli, director da Global Footprint Network para a área do Mediterrâneo.

O segundo factor encerra uma grande ironia. Portugal é um dos países com maior consumo per capita de peixe no mundo – um dado positivo pelo lado da saúde. Mas o apetite nacional dirige-se muito para espécies de topo, como o bacalhau e o atum, que requerem mais recursos para se desenvolver.

O atum, explica Alessandro Galli, alimenta-se de sardinhas, que por sua vez se alimentam de plâncton, os minúsculos organismos em suspensão na água. Na prática, é preciso uma área muito maior da plataforma continental para produzir o plâncton necessário para um peixe num elo superior da cadeia alimentar. “O impacto do consumo de um quilo de atum equivale ao de dez quilos de sardinhas”, explica Alessandro Galli.

No caso do pescado, Alessandro Galli diz que não está em causa deixar de os comer, mas sim escolher melhor.  “A minha recomendação é comer peixe mas diversificar, preferir peixes em posição mais baixa na cadeia alimentar, como as sardinhas”, diz.

http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/consumo-de-peixe-aumenta-pegada-ecologica-de-portugal-1712677

publicado por escolaverde às 08:26

Terça-feira, 27 de Outubro de 2015

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 No âmbito do processo formativo com vista à criação de uma Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC), os municípios beneficiários do Projeto ClimAdaPT.Local já identificaram as suas vulnerabilidades climáticas futuras e preparam-se agora para avaliar a aplicação de várias opções de adaptação.

  • Precipitação excessiva (cheias e inundações rápidas; deslizamento de vertentes e danos em infra-estruturas): estes fenómenos tenderão a ser menos frequentes, mas mais intensos nos próximos anos, de acordo com as projeções.

  • Temperaturas elevadas/ondas de calor: as projeções apontam para um aumento substancial da temperatura na primavera e no verão ao longo deste século, bem como ondas de calor mais frequentes e uma maior probabilidade de ocorrência de incêndios florestais, derivada da conjugação de situações de seca com temperaturas elevadas.

  • Secas: serão progressivamente mais frequentes e intensas até 2100.

  • Ondulação forte/galgamento costeiro: os cenários projetados para o ano de 2050 apontam para uma subida do nível médio do mar entre 0,17m e 0,38m, valores que evoluirão para um intervalo entre 0,26m e 0,82m até ao final do séc. XXI. Numa projeção mais extrema em termos globais, alguns estudos apontam uma subida de 1,10m em 2100. Os impactes destes fenómenos serão mais graves se conjugados com a sobrelevação do nível médio do mar associada a tempestades.

http://www.quercus.pt/comunicados/2015/outubro/4467-municipios-portugueses-identificam-os-seus-maiores-riscos-climaticos-para-o-futuro-e-avaliam-opcoes-de-adaptacao

publicado por escolaverde às 16:10

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2015

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 Promotores não percebem como é que o mesmo projecto foi aprovado em 2006 e é agora reprovado. Câmara de Arcos de Valdevez congratula-se com a decisão do Governo.

A população local, muito dependente da agricultura, teme os impactos deste aproveitamento hidroelétrico sobre a rega, as consequências da circulação de máquinas e camiões nos caminhos lajeados da aldeia, a possibilidade de poluição do rio (considerado um dos mais limpos da Europa) e o impacto no turismo - o Sistelo tem sido divulgado como "o pequeno Tibete português" devido aos seus socalcos, exemplo da forma como as populações, durante séculos, ultrapassaram as difíceis condições orográficas para tornarem estas terras produtivas, irrigando-as através de levadas. Esta relação do homem com a montanha e o rio levou, em 2009, a que fosse proposta a sua classificação como Paisagem Cultural Evolutiva Viva. Mas os promotores dizem não compreender estes receios.

http://www.publico.pt/local/noticia/ministerio-do-ambiente-chumba-minihidrica-em-arcos-de-valdevez-1708732

publicado por escolaverde às 09:19


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 Os jardins do Palácio de Cristal comemoram 150 anos de existência, num local onde a natureza e a cultura se unem para dar vida ao espaço.

São inúmeros os caminhos que se podem percorrer nos jardins do Palácio de Cristal. Os percursos incluem jardins, espaços de lazer, para além do Pavilhão Rosa Mota, onde diversas actividades culturais pontuam a vida do local. A propósito das comemorações dos 150 anos dos jardins, a Porto Lazer organizou um percurso pelos principais exemplares presentes no espaço, numa caminhada pela história não só do local, como das árvores que nele habitam.

http://www.publico.pt/local/noticia/historia-da-natureza-no-palacio-de-cristal-1709065

publicado por escolaverde às 09:16


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Plano nacional aprovado em 2007 está em estado vegetativo há anos e foi substituído por uma agenda para o crescimento verde que não cobre todos os princípios da sustentabilidade, agora renovados pela ONU.

Portugal vai-se lançar no novo roteiro global para a sustentabilidade com um plano estratégico nesta área esquecido na gaveta. No seu lugar, há uma agenda para o crescimento verde que cobre apenas parte dos princípios das Nações Unidas para um mundo ideal, e agora com novas metas adoptadas numa cimeira que termina este domingo em Nova Iorque.

A Estratégia Nacional do Desenvolvimento Sustentável, aprovada em 2007 para vigorar até 2015, está há anos praticamente em estado vegetativo. Não há relatórios de monitorização, os indicadores não são actualizados e o seu prazo de vida chega ao fim sem que se tenha feito uma análise dos seus efeitos ou planeado a sua revisão.

Durante alguns anos, ainda foi seguida com algum rigor. Foi seleccionado um conjunto de indicadores para a monitorizar – em áreas como pobreza, educação, saúde, emprego, ambiente, energia, cidades –, nomeou-se um grupo de trabalho e iniciou-se a elaboração de relatórios periódicos.

http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/a-estrategia-para-a-sustentabilidade-que-nao-resistiu-ao-esquecimento-1709182

publicado por escolaverde às 09:14


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 Proposta iniciada este ano lectivo contempla ainda a possibilidade de os alunos, professores ou funcionários “ciclistas” tomarem duche na universidade.

Ao fazer grande parte das suas deslocações para a Universidade de Aveiro (UA) de bicicleta, Tiago Soares, aluno do mestrado em Planeamento Regional e Urbano, deparou-se, no ano lectivo anterior, com um problema: “muitas vezes chegava transpirado e precisava de um duche”. “Perguntei se havia possibilidade de passar a tomar um duche no pavilhão desportivo, antes de ir para as aulas, e acabei por obter uma resposta positiva”, relata o aluno da UA que acabou por dar uma ideia à Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da instituição de ensino superior.

Uma vez que existe o objectivo de colocar cada vez mais elementos da comunidade académica aveirense a fazerem as suas deslocações diárias de bicicleta, a plataforma agarrou na proposta, associou-se aos Serviços de de Acção Social da UA e acrescentou-lhe mais um ponto forte: além de poder tomar duche no Pavilhão Aristides Hall, quem se deslocar para a universidade de bicicleta tem a possibilidade de tomar um pequeno-almoço saudável, nos bares da instituição, a preços especiais. Estas duas apostas entraram em vigor no ano lectivo que está agora a iniciar-se e já contam com dezenas de aderentes.

http://www.publico.pt/local/noticia/ua-proporciona-pequenos-almocos-saudaveis-a-quem-se-desloca-de-bicicleta-1709883

publicado por escolaverde às 09:06


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 Desde o início do ano foram registados 15.505 incêndios. Valores são superiores a 2014, mas Autoridade Nacional de Protecção Civil destaca a "severidade meteorológica" de 2015.

O número total de incêndios em 2015 representa mais do dobro do registado em 2014 e a área ardida também praticamente duplicou. Contudo, o comandante Operacional Nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), José Manuel Moura, afirmou que é preciso fazer comparações com um período mais alargado e contrapôs que perante a “severidade meteorológica” registada neste ano o resultado foi “bem conseguido”, com o Verão a acabar com um total de área ardida e de número de incêndios abaixo da média dos últimos dez anos.

“O número de ignições é de 16% abaixo da média do decénio e 79% das ignições têm uma área ardida inferior a um hectare”, reforçou o responsável, apelidando de “intelectualmente desonestas” as comparações apenas com 2014, já que aquele foi “o melhor ano de sempre desde que há registo de incêndios”. O comandante Operacional Nacional da ANPC destacou, também, que 56% dos incêndios aconteceram durante a fase Charlie, a mais crítica para o dispositivo de combate a incêndios e que ocupa os meses de Julho, Agosto e Setembro.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/verao-termina-com-total-de-area-ardida-abaixo-da-media-dos-ultimos-dez-anos-1710294

publicado por escolaverde às 09:02


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 Equipa de investigadores vai analisar o projectoRe-food e as hortas comunitárias para que possam ser replicadas na Europa. O projecto conta com cerca de seis milhões de euros vindos de Bruxelas.

O ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa é um dos parceiros do projectoInherit, um consórcio europeu que vai estudar experiências sociais que promovam a saúde e o ambiente. O projecto vai ter um financiamento de seis milhões de euros vindos de Bruxelas e junta vários investigadores e políticos europeus, com um objectivo concreto: analisar e perceber como estas boas práticas podem ser replicadas em vários países da Europa, em prol de um futuro mais saudável e sustentável do ponto de vista ambiental.

Estudar práticas sociais que promovam a saúde pública e que, ao mesmo tempo, sejam amigas do ambiente. É este o objectivo de um projecto no qual o Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS) do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE) vai estar envolvido durante quatro anos. Esta iniciativa, intitulada Inherit - que em português significa “herdar -, é um projecto europeu, com financiamento de seis milhões de euros de fundos europeus vindos do programa Horizonte 2020, sendo que quase 250 mil euros vão ser canalizados para a equipa do ISCTE.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/iscte-integra-projecto-europeu-para-promover-a-saude-e-o-ambiente-1709912

publicado por escolaverde às 08:59


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