Sexta-feira, 02 de Outubro de 2015

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A Global Forest Coalition (GFC) [1], organização da qual a Quercus faz parte, felicitou ontem a ONU relativamente às medidas para travar a desflorestação até 2020 [2] nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (SDG’s) para adoptar na Cimeira de Desenvolvimento Sustentável 2015 em Nova Iorque. No entanto, adverte-se que é improvável que o objectivo deste assunto seja cumprido, a menos que as Nações Unidas adoptem uma agenda de desenvolvimento sustentável verdadeiramente transformadora.

“Os governos devem começar a agir agora para parar a desflorestação até 2020 e não permitirem aumentar o corte de florestas antes do prazo de 2020, negócios como de costume não servem,” disse Miguel Lovera, contacto regional para a América Latina da GFC.

http://www.quercus.pt/comunicados/2015/774-setembro/4449-metas-de-desflorestacao-historicas-das-nacoes-unidas-para-os-objectivos-de-desenvolvimento-sustentavel-requerem-uma-verdadeira-transformacao

publicado por escolaverde às 14:49


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 A Quercus está preocupada com a grande quantidade de jacintos de água que está a invadir as margens do rio Cávado. Esta não é a primeira vez que este rio é atacado por esta espécie, o que se traduz em graves consequências para a qualidade da água e para a flora e fauna local.

 Os jacintos de água são caracterizados por apresentarem um crescimento rápido quando se reúnem as condições adequadas e podem até duplicar a sua população em poucos dias. Outra das características que favorecem a invasão é a facilidade como se reproduzem quer por via vegetativa quer por via seminal.

Esta planta não é autóctone, sendo originária da América do Sul e foi introduzida na Europa por questões ornamentais tendo aparecido em Portugal nos anos 30. A sua beleza escondia os seus malefícios, e prova disso é a sua larga proliferação no rio Cávado, que compromete a sobrevivência da restante flora e fauna.

Estas plantas invasoras criam uma forma de tapete que muitas vezes cobre totalmente a superfície da água. Esse tapete faz com que a luz incidente seja reduzida, diminuindo assim a qualidade da vida aquática, levando em muitos casos à eutrofização.

Para além do impacte no ecossistema, causam ainda impedimento à navegação e o entupimento de canais, dificultando o uso piscícola e recreativo do rio.

A invasão no rio pode ser justificada pelo calor que se fez sentir nestes últimos meses, pois permitiu que as condições ideias de crescimento se proporcionassem, e daí a planta se ter desenvolvido de forma tão eficaz e rápida.

http://www.quercus.pt/comunicados/2015/774-setembro/4446-quercus-preocupada-com-a-infestacao-de-jacintos-de-agua-no-estuario-do-rio-cavado

publicado por escolaverde às 14:46


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O debate sobre o que levou à extinção dos dinossauros tem um novo argumento, que poderá finalmente acabar com a discussão.

O que aconteceu à Terra que levou à morte dos dinossauros? Há várias teorias científicas que tentam responder a esta dúvida. Os especialistas têm provas de que, há 66 milhões de anos, um grande meteoro colidiu com a Terra - lançando para a atmosfera enormes quantidades de poeiras que praticamente bloquearam o sol. Mas também há quem defenda que foi a atividade vulcânica a responsável por estas alterações climáticas.

Um estudo revelado esta quinta-feira aponta para o facto de os dois fenómenos estarem, afinal ligados. Segundo investigadores de Berkeley, Universidade da Califórnia, a queda do meteoro acelerou a atividade geológica do planeta, reacendendo mesmo alguns vulcões que estavam inativos.

Os geólogos recolheram dados na região que atualmente é a Índia que lhes permite afirmar que houve vulcões cuja atividade duplicou após o impacto do asteroide.

Às partículas de poeira libertadas para a atmosfera pela colisão juntaram-se as cinzas dos vulcões, criando assim em todo o planeta uma espécie de "cobertor" que não permitia a passagem da luz solar, com inevitáveis - e trágicas - consequências para o clima e para os animais.

"Segundo a nossa datação das lavas [na Índia], podemos ter a certeza de que o vulcanismo e o impacto [do asteroide] ocorreram num período de 50 mil anos da extinção [dos dinossauros], pelo que é artificial distinguir entre os dois fenómenos como o mecanismo que levou à [sua] morte: os dois aconteceram na mesma altura", disse o diretor do Centro de Geocronologia de Berkeley, Paul Renne, citado pelo site especializado Science Daily.

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4811091

publicado por escolaverde às 14:40


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Assustou-se com o autocarro escolar e subiu ao poste da eletricidade. E ficou por lá toda a tarde ao sol.

Os avistamentos de pumas são raros na Califórnia, informava no Facebook a organização de proteção da vida selvagem, High Desert Wildlife. Mas a nota vinha a acompanhar de uma história caricata: a de um puma que subira para cima de um poste, avistado na terça-feira.

De acordo com o site Mashable, o puma tinha subido ao poste para fugir de um autocarro escolar com crianças que o sobressaltou. Acabou por ficar lá toda a tarde ao sol, vigiado pelas autoridades locais de controlo de animais selvgagens, e acabou por descer sozinho.

A High Desert Wildlife avisou os residentes da zona para estarem atentos, porque embora os ataques de pumas sejam raros, estes entram por vezes em zonas residenciais quando têm fome. Por isso, foi recomendado que as pessoas tivessem cuidado com os seus animais de estimação e crianças pequenas.

http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=4811843

publicado por escolaverde às 14:38


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As famílias. E quase dois mil milhões de euros. 51,5% do total arrecadado.

As famílias pagam mais de metade do total dos impostos sobre bens e serviços que podem ter um impacto negativo no ambiente, atingindo quase dois mil milhões de euros, principalmente a incidir na energia, segundo o INE.

No ano passado, os chamados impostos com relevância ambiental atingiram 3,87 mil milhões de euros, o que representa 6,5% do total dos impostos e contribuições sociais coletado, e as famílias deram um contributo de 51,5%, refere hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Nos impostos sobre energia, as famílias contribuem com 51,4%, percentagem similar àquela verificada nos transportes (51,8%).

Do total da tributação com relevância ambiental paga pelas famílias, dois terços são de impostos sobre a energia (75,7%) e o restante vai quase todo para os transportes (24%), já que para os recursos sobra somente 0,3%.

Os dados do INE referem-se também às taxas com relevância ambiental, mas as informações mais recentes são de 2013 e apontam para 715,5 milhões de euros, mais 3,9% que no ano anterior.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4811948

publicado por escolaverde às 14:37


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"Marte não é o planeta seco que pensávamos. Em certas circunstâncias, existe água líquida em Marte", disse Jim Green, diretor de ciência planetária da Nasa, em anúncio nesta segunda-feira.

Em uma entrevista coletiva, cientistas da agência espacial americana afirmam que manchas escuras observadas na superfície de Marte podem estar ligadas à existência de água corrente durante o verão no planeta.

"Essas manchas se formam no fim da primavera, aumentam no verão e somem no outono. Por 40 anos, não pudemos explicar por que elas existiam", afirmou Green.

"Marte sofreu uma enorme mudança climática e perdeu sua água. Mas há muito mais umidade no ar do que jamais havíamos imaginado."

Dados do satélite Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) mostram que as linhas escuras, que aparecem em declives marcianos, estão associadas a depósitos de sal, que podem alterar os pontos de congelamento e evaporação da água, fazendo com que ela fique líquida por tempo suficiente para se mover. Sem isso, a água congelaria nas baixas temperaturas do planeta.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150928_marte_descobertas_cc

publicado por escolaverde às 14:30


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