Quinta-feira, 15 de Outubro de 2015

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 Promotores não percebem como é que o mesmo projecto foi aprovado em 2006 e é agora reprovado. Câmara de Arcos de Valdevez congratula-se com a decisão do Governo.

A população local, muito dependente da agricultura, teme os impactos deste aproveitamento hidroelétrico sobre a rega, as consequências da circulação de máquinas e camiões nos caminhos lajeados da aldeia, a possibilidade de poluição do rio (considerado um dos mais limpos da Europa) e o impacto no turismo - o Sistelo tem sido divulgado como "o pequeno Tibete português" devido aos seus socalcos, exemplo da forma como as populações, durante séculos, ultrapassaram as difíceis condições orográficas para tornarem estas terras produtivas, irrigando-as através de levadas. Esta relação do homem com a montanha e o rio levou, em 2009, a que fosse proposta a sua classificação como Paisagem Cultural Evolutiva Viva. Mas os promotores dizem não compreender estes receios.

http://www.publico.pt/local/noticia/ministerio-do-ambiente-chumba-minihidrica-em-arcos-de-valdevez-1708732

publicado por escolaverde às 09:19


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 Os jardins do Palácio de Cristal comemoram 150 anos de existência, num local onde a natureza e a cultura se unem para dar vida ao espaço.

São inúmeros os caminhos que se podem percorrer nos jardins do Palácio de Cristal. Os percursos incluem jardins, espaços de lazer, para além do Pavilhão Rosa Mota, onde diversas actividades culturais pontuam a vida do local. A propósito das comemorações dos 150 anos dos jardins, a Porto Lazer organizou um percurso pelos principais exemplares presentes no espaço, numa caminhada pela história não só do local, como das árvores que nele habitam.

http://www.publico.pt/local/noticia/historia-da-natureza-no-palacio-de-cristal-1709065

publicado por escolaverde às 09:16


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Plano nacional aprovado em 2007 está em estado vegetativo há anos e foi substituído por uma agenda para o crescimento verde que não cobre todos os princípios da sustentabilidade, agora renovados pela ONU.

Portugal vai-se lançar no novo roteiro global para a sustentabilidade com um plano estratégico nesta área esquecido na gaveta. No seu lugar, há uma agenda para o crescimento verde que cobre apenas parte dos princípios das Nações Unidas para um mundo ideal, e agora com novas metas adoptadas numa cimeira que termina este domingo em Nova Iorque.

A Estratégia Nacional do Desenvolvimento Sustentável, aprovada em 2007 para vigorar até 2015, está há anos praticamente em estado vegetativo. Não há relatórios de monitorização, os indicadores não são actualizados e o seu prazo de vida chega ao fim sem que se tenha feito uma análise dos seus efeitos ou planeado a sua revisão.

Durante alguns anos, ainda foi seguida com algum rigor. Foi seleccionado um conjunto de indicadores para a monitorizar – em áreas como pobreza, educação, saúde, emprego, ambiente, energia, cidades –, nomeou-se um grupo de trabalho e iniciou-se a elaboração de relatórios periódicos.

http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/a-estrategia-para-a-sustentabilidade-que-nao-resistiu-ao-esquecimento-1709182

publicado por escolaverde às 09:14


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 Proposta iniciada este ano lectivo contempla ainda a possibilidade de os alunos, professores ou funcionários “ciclistas” tomarem duche na universidade.

Ao fazer grande parte das suas deslocações para a Universidade de Aveiro (UA) de bicicleta, Tiago Soares, aluno do mestrado em Planeamento Regional e Urbano, deparou-se, no ano lectivo anterior, com um problema: “muitas vezes chegava transpirado e precisava de um duche”. “Perguntei se havia possibilidade de passar a tomar um duche no pavilhão desportivo, antes de ir para as aulas, e acabei por obter uma resposta positiva”, relata o aluno da UA que acabou por dar uma ideia à Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da instituição de ensino superior.

Uma vez que existe o objectivo de colocar cada vez mais elementos da comunidade académica aveirense a fazerem as suas deslocações diárias de bicicleta, a plataforma agarrou na proposta, associou-se aos Serviços de de Acção Social da UA e acrescentou-lhe mais um ponto forte: além de poder tomar duche no Pavilhão Aristides Hall, quem se deslocar para a universidade de bicicleta tem a possibilidade de tomar um pequeno-almoço saudável, nos bares da instituição, a preços especiais. Estas duas apostas entraram em vigor no ano lectivo que está agora a iniciar-se e já contam com dezenas de aderentes.

http://www.publico.pt/local/noticia/ua-proporciona-pequenos-almocos-saudaveis-a-quem-se-desloca-de-bicicleta-1709883

publicado por escolaverde às 09:06


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 Desde o início do ano foram registados 15.505 incêndios. Valores são superiores a 2014, mas Autoridade Nacional de Protecção Civil destaca a "severidade meteorológica" de 2015.

O número total de incêndios em 2015 representa mais do dobro do registado em 2014 e a área ardida também praticamente duplicou. Contudo, o comandante Operacional Nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), José Manuel Moura, afirmou que é preciso fazer comparações com um período mais alargado e contrapôs que perante a “severidade meteorológica” registada neste ano o resultado foi “bem conseguido”, com o Verão a acabar com um total de área ardida e de número de incêndios abaixo da média dos últimos dez anos.

“O número de ignições é de 16% abaixo da média do decénio e 79% das ignições têm uma área ardida inferior a um hectare”, reforçou o responsável, apelidando de “intelectualmente desonestas” as comparações apenas com 2014, já que aquele foi “o melhor ano de sempre desde que há registo de incêndios”. O comandante Operacional Nacional da ANPC destacou, também, que 56% dos incêndios aconteceram durante a fase Charlie, a mais crítica para o dispositivo de combate a incêndios e que ocupa os meses de Julho, Agosto e Setembro.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/verao-termina-com-total-de-area-ardida-abaixo-da-media-dos-ultimos-dez-anos-1710294

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 Equipa de investigadores vai analisar o projectoRe-food e as hortas comunitárias para que possam ser replicadas na Europa. O projecto conta com cerca de seis milhões de euros vindos de Bruxelas.

O ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa é um dos parceiros do projectoInherit, um consórcio europeu que vai estudar experiências sociais que promovam a saúde e o ambiente. O projecto vai ter um financiamento de seis milhões de euros vindos de Bruxelas e junta vários investigadores e políticos europeus, com um objectivo concreto: analisar e perceber como estas boas práticas podem ser replicadas em vários países da Europa, em prol de um futuro mais saudável e sustentável do ponto de vista ambiental.

Estudar práticas sociais que promovam a saúde pública e que, ao mesmo tempo, sejam amigas do ambiente. É este o objectivo de um projecto no qual o Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS) do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE) vai estar envolvido durante quatro anos. Esta iniciativa, intitulada Inherit - que em português significa “herdar -, é um projecto europeu, com financiamento de seis milhões de euros de fundos europeus vindos do programa Horizonte 2020, sendo que quase 250 mil euros vão ser canalizados para a equipa do ISCTE.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/iscte-integra-projecto-europeu-para-promover-a-saude-e-o-ambiente-1709912

publicado por escolaverde às 08:59


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Redução de vendas chega aos 20% em algumas empresas. Outras perderam o seu maior negócio e rescindiram contratos de trabalho. No Pingo Doce, a venda de sacos caiu para metade.

Contratos que não se renovaram, máquinas paradas, novos negócios. A indústria de plásticos teve de se ajustar em tempo recorde à nova taxa ambiental sobre os sacos de plástico leve e, de acordo com Isabel Ferreira da Costa, directora da Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos (APIP), “não há dúvida de que está a sofrer com isso”. Nem o aumento do consumo de sacos do lixo, que a APIP também constata, está a ajudar a compensar as perdas porque “a maioria é encomendada pelos hipermercados a países asiáticos”

Pelas contas da APIP, seriam produzidos por ano 20 mil toneladas de sacos de plástico de alças e uma espessura igual ou inferior a 0,05 milímetros. Com a entrada em vigor da taxa de dez cêntimos, paga pelo consumidor desde Fevereiro, ainda não há dados sobre o número de sacos deste género que são, agora, produzidos. Contudo, é certo que a “redução é substancial”. Quanto às novas alternativas, de maior qualidade e espessura e que estão a ser vendidas pelas cadeias de distribuição por cerca de dez cêntimos, “esperavam-se grandes encomendas mas não é isso que está a acontecer”, conta Isabel Ferreira da Costa.

Os impactos desta medida da fiscalidade verde traduziram-se em redução de vendas (em alguns casos de 20 a 30% segundo a APIP), reestruturação do negócio e contratos de trabalho que não foram renovados. Na Sacos 88, os sacos de plástico leves valiam 40% do negócio e, como diz Amardo Reis, director-geral, foi preciso encontrar alternativas em tempo recorde, “andar para a frente e ter sangue frio”. “Mais do que a lei, o mais triste nesta história foi não darem tempo às empresas nem sequer para respirar. Se quisermos mandar vir uma máquina para produzir um produto novo demora seis a oito meses e a lei foi aprovada em final de Dezembro para entrar em vigor em Fevereiro”, lamenta.

Armando Reis admite que não renovou alguns contratos e teve de mudar trabalhadores noutras áreas “para não despedir”, adaptar as máquinas que tinha e “gastar muitos milhares de euros”. Mas acredita que, com o passar do tempo, o mercado vai perceber que gastar dez cêntimos num saco de melhor qualidade até compensa. “Todos precisamos de um saco para colocar o lixo. Quando as pessoas perceberem que este novo saco de asas com mais espessura pode ser usado em várias compras e pode, no final, ser utilizado como saco de lixo, já não vão achar que estão a deitar dinheiro à rua”, argumenta. Atingir o mesmo número de vendas que tinha é um cenário improvável, mas Armando Reis está “cansado de falar sobre o assunto”. Já só quer “olhar para a frente”.

Nas grandes cadeias de hiper e supermercados, os sacos de plásticos leves deixaram de estar à disposição de um dia para o outro. Ana Isabel Trigo de Morais, directora-geral da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) diz que os portugueses se adaptaram rapidamente à mudança, passando a reutilizar e a usar outras opções em ráfia ou pano, por exemplo. Não há dados sobre o número de sacos actualmente vendidos, mas no caso do Pingo Doce, uma das maiores cadeias do sector, venderam-se “sensivelmente metade”, face ao ano anterior, diz fonte oficial da empresa, do grupo Jerónimo Martins.

http://www.publico.pt/economia/noticia/industria-reduz-trabalhadores-e-nao-consegue-compensar-as-perdas-provocadas-pela-taxa-ambiental-1710669

publicado por escolaverde às 08:55


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 Efeito colateral da taxa sobre os sacos de supermercado era esperado e desejado pelo Governo. Mas pode reduzir parte dos benefícios ambientais da medida.

O consumo de sacos de lixo em Portugal aumentou mais de 40% desde que entrou em vigor a taxa sobre os sacos de plástico dos supermercados, em Fevereiro. O efeito era esperado e desejado pelo Governo, mas pode reduzir um dos benefícios ambientais daquela medida.

Oito meses após a introdução da taxa de dez cêntimos, o Ministério do Ambiente ainda não tem números sobre a sua aplicação. Há indicações evidentes de que o uso dos sacos leves antes gratuitos caiu substancialmente. Mas também há efeitos colaterais – incluindo quebra de receitas e despedimentos na indústria.

Os efeitos da taxa também estão a ser notados no outro extremo da cadeia, o dos lixos. O PÚBLICO contactou várias entidades gestoras de resíduos sólidos urbanos, representando cerca de 60% do lixo tratado no país. Nenhuma tem ainda dados quantitativos conclusivos, mas quase todas possuem uma impressão visual do que se está a passar. “Verifica-se uma grande redução dos sacos de plástico dos supermercados. O que aparece agora são sacos de maior volume, pretos”, afirma Susana Ramalho, directora executiva da Resialentejo, que gere os resíduos urbanos do Baixo Alentejo.

Outras entidades falam em diminuição “acentuada”, “significativa” ou “aparente”. Onde mais se nota esta alteração é nas linhas de separação dos materiais recicláveis, que vêm dos ecopontos. “Dantes olhávamos e víamos logo os sacos com as marcas dos hipermercados. Isso deixámos de ver tanto. Mas continua a haver sacos”, afirma Patrícia Carvalho, responsável pela Divisão de Reciclagem e Valorização Multimaterial da Lipor, do Grande Porto.

http://www.publico.pt/economia/noticia/fiscalidade-verde-aumenta-consumo-de-sacos-de-lixo-em-40-1710804

publicado por escolaverde às 08:52


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 Lançado novo site sobre redução do risco de catástrofes e manual de boas práticas sobre cidades resilientes.

A segurança dos milhares de edifícios onde funcionam escolas e hospitais do país serão avaliadas no próximo ano. Esta é uma das acções da Plataforma Nacional para a Redução do Risco de Catástrofes (PNRRC), coordenada pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). A ideia é desenvolver fichas de auto-avaliação dos edifícios, que serão depois preenchidas pelos responsáveis das escolas e dos hospitais, um método utilizado no Estudo do Risco Sísmico e de Tsunamis do Algarve, que detectou fragilidades significativas naquele tipo de infra-estruturas.

Esta terça-feira assinala-se o Dia Internacional para a Redução de Catástrofes, um pretexto para o lançado um site da PNRRC (www.pnrrc.pt), a entidade nacional que dá corpo à Estratégia Internacional para a Redução de Catástrofes, lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000. Para exemplificar a importância da segurança deste tipo de infra-estruturas, a ONU recorda um sismo em Outubro de 2005 no Paquistão que destruiu 7500 escolas, matando cerca de 17 mil crianças.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/proteccao-civil-vai-avaliar-seguranca-de-milhares-de-edificios-escolares-e-hospitalares-1711095

publicado por escolaverde às 08:49


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Objectivo do município é preservar a paisagem rural em harmonia com o desenvolvimento sustentável do concelho.

A Câmara de Paredes de Coura é a primeira em Portugal a avançar com a criação de um Plano de Paisagem, no qual serão definidas orientações para a gestão da paisagem deste concelho minhoto. O objectivo, segundo o presidente da autarquia, é olhar para o território não como "um presépio", sagrado e intocável, mas sim como "um activo económico com um valor inestimável".

"Paredes de Coura tem uma identidade muito rural, marcada pelo minifúndio e pelos socalcos, mas também tem indústria. Uma coisa não é incompatível com a outra", defende Vítor Paulo Pereira, sublinhando a necessidade encontrar um equilíbrio nesta balança. O autarca apresentou os objectivos do plano neste domingo, no Forum Internacional sobre a Paisagem do Sudoeste Europeu, que decorre pela primeira vez em Portugal, no Museu de Serralves, no Porto, até terça-feira.

O Plano de Paisagem irá definir as medidas a tomar para "ordenar a paisagem com vista à sua valorização", conciliando o desenvolvimento económico com o "valor intrínseco" do território, explica o autarca socialista. E exemplifica: "As indústrias da celulose não têm que fechar mas não podemos transformar o país num grande eucaliptal, porque assim não estaremos a preservar o interesse turístico do país."

No início deste ano, Portugal foi eleito o sexto país mais bonito do mundo, pelo portal de viagens UCity Guides, precisamente pela beleza das suas paisagens. "Classificações como esta dão-nos responsabilidades acrescidas. Como podemos ter turismo se não cuidarmos das paisagens?", argumenta Vítor Paulo Pereira, o autarca que é músico e foi professor de História.

http://www.publico.pt/local/noticia/paredes-de-coura-prepara-plano-para-proteger-a-paisagem-1710936

publicado por escolaverde às 08:46


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 Associação ambientalista diz que está em causa a paisagem do Alto Douro Vinhateiro, património da humanidade: “Estamos a falar de 30 equipamentos com altura superior a prédios de 30 andares.”

O Parque Eólico de Torre de Moncorvo está previsto para os concelhos de Torre de Moncorvo e Carrazeda de Ansiães e, segundo a associação, vai “afectar a paisagem na Zona Especial de Protecção (ZEP) do Alto Douro Vinhateiro”. Trata-se, diz, de "mais um atentado à paisagem cultural do Alto Douro Vinhateiro, património da humanidade”.

“A instalação de 30 aerogeradores com 120 metros de altura é incompatível com a paisagem classificada do Alto Douro Vinhateiro, dado que os aerogeradores são visíveis a dezenas de quilómetros”, afirma o comunicado.

“O Douro é composto por um mosaico de áreas agrícolas, com socalcos e floresta mediterrânica, e não deve ser afectado com uma industrialização da paisagem. Estamos a falar de 30 equipamentos com altura superior a prédios de 30 andares, já para não falar nas acessibilidades e rede eléctrica também necessárias à conclusão do empreendimento. Estes elementos artificiais não fazem parte da paisagem nem da cultura do Douro."

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/quercus-faz-participacao-a-unesco-contra-parque-eolico-em-torre-de-moncorvo-1711222

 

publicado por escolaverde às 08:40


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