Terça-feira, 26 de Janeiro de 2016

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 Três Linces ibéricos, duas fêmeas e um macho, foram libertados hoje na Herdade das Romeiras, no concelho de Mértola, como parte da segunda época de reintrodução da espécie em Portugal.

A protecção do lince ibérico avançou ontem para uma nova fase. Com o início da segunda época do projecto Recuperação da Distribuição Histórica do Lince Ibérico (Lynx pardinus) em Espanha e Portugal foram introduzidos três novos espécimes na Herdade das Romeiras, no concelho de Mértola.

Localizado em São João dos Caldeireiros, este habitat vai receber duas fêmeas, Myrtilis e Mirandilla e um macho, Monfragüe. As fêmeas serão postas, num primeiro momento, num cercado de adaptação de forma a garantir uma devolução sustentável à natureza. Ambas nascidas em 2014, a primeira vem do Centro Nacional de Reprodução de Lince Ibérico em Cativeiro de Silves, ao passo que a segunda vem do Centro de Reprodução em Cativeiro La Olivilla, em Espanha.

A protecção do lince ibérico avançou ontem para uma nova fase. Com o início da segunda época do projecto Recuperação da Distribuição Histórica do Lince Ibérico (Lynx pardinus) em Espanha e Portugal foram introduzidos três novos espécimes na Herdade das Romeiras, no concelho de Mértola.

Localizado em São João dos Caldeireiros, este habitat vai receber duas fêmeas, Myrtilis e Mirandilla e um macho, Monfragüe. As fêmeas serão postas, num primeiro momento, num cercado de adaptação de forma a garantir uma devolução sustentável à natureza. Ambas nascidas em 2014, a primeira vem do Centro Nacional de Reprodução de Lince Ibérico em Cativeiro de Silves, ao passo que a segunda vem do Centro de Reprodução em Cativeiro La Olivilla, em Espanha.

A protecção do lince ibérico avançou ontem para uma nova fase. Com o início da segunda época do projecto Recuperação da Distribuição Histórica do Lince Ibérico (Lynx pardinus) em Espanha e Portugal foram introduzidos três novos espécimes na Herdade das Romeiras, no concelho de Mértola.

Localizado em São João dos Caldeireiros, este habitat vai receber duas fêmeas, Myrtilis e Mirandilla e um macho, Monfragüe. As fêmeas serão postas, num primeiro momento, num cercado de adaptação de forma a garantir uma devolução sustentável à natureza. Ambas nascidas em 2014, a primeira vem do Centro Nacional de Reprodução de Lince Ibérico em Cativeiro de Silves, ao passo que a segunda vem do Centro de Reprodução em Cativeiro La Olivilla, em Espanha.

publicado por escolaverde às 08:41

Quinta-feira, 07 de Janeiro de 2016

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 A ideia parece utópica, mas pode ser concretizada mais cedo do que pensa. O plano do arquiteto belga Vincent Callebaut é aproveitar o lixo que vai parar ao oceano para construir cidades submarinas ecológicas.

O plano é ambicioso: o arquiteto quer construir estruturas que poderão alcançar o fundo dos oceanos e chegar à superfície das águas, fazendo deles verdadeiros arranha-mares com 250 andares e um quilómetro de altura. A ideia é que os vários edifícios alberguem no futuro 20 mil pessoas e funcionem de forma autosuficiente.

Para mais, esta é uma ideia ecológica, uma vez que o plano consiste em aproveitar plásticos reciclados provenientes de uma zona no norte do Oceano Pacífico que concentra grandes quantidades de lixo que é atirado ao mar. Embora os cientistas não saibam precisar a quantidade de lixo que se acumula naquela zona, as correntes marítimas fazem com que este lixo, que maioritariamente não é biodegradável, se movimente numa área de 20 milhões de quilómetros quadrados.

http://expresso.sapo.pt/internacional/2016-01-05-Os-arranha-mares-a-cidade-subaquatica-feita-de-lixo-1

publicado por escolaverde às 08:59

Quarta-feira, 06 de Janeiro de 2016

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 Este mês foi o 2º mais quente desde 1931 (depois de 1989), registando uma temperatura média do ar de 11.8 °C, cerca de 1.8 °C acima do valor médio. Realça-se o valor médio da temperatura máxima que foi o mais alto desde 1931, com um desvio superior a 2 °C, em relação ao valor normal (Figura 1). O valor médio da temperatura mínima foi o 11º mais alto desde 1931 e o mais alto dos últimos 15 anos (desde 2000). O valor médio da quantidade de precipitação, 75.0 mm, foi inferior ao normal (144.0 mm) classificando-se este mês como seco. Ano 2015 O valor médio anual da temperatura média do ar no ano de 2015 (15.99 °C) foi superior ao valor normal 1971-2000, sendo o 7º mais quente desde 1931 e o 2º desde 2000. No ano de 2015 o valor médio de precipitação total anual, 599.6 mm foi muito inferior ao valor normal, sendo o 6º mais seco desde 1931 e o 4º mais seco desde 2000. A nível global 2015 – Provavelmente o ano mais quente desde que há registos Segundo a Organização Meteorológica Mundial, OMM, o valor médio da temperatura média global, no ano de 2015, será o maior valor observado, podendo ser alcançado o icónico valor de +1.0 ⁰ Celsius, em relação à era pré-industrial. Este facto deve-se ao efeito combinado de um excecional El Niño e ao aquecimento global resultante de atividades antropogénicas. (https://www.wmo.int/media/content/wmo-2015-likely-be-warmest-record-2011-2015-warmest-five-year-period) Europa Ainda de acordo com a OMM (https://www.wmo.int/media/content/2015-second-hottest-year-record-europe), o ano de 2015 será o segundo mais quente na Europa (2014 o ano mais quente).

publicado por escolaverde às 10:17

Terça-feira, 05 de Janeiro de 2016

 

             BOAS  FESTAS

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publicado por escolaverde às 13:39


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 O ano de 2015 foi marcado pela continuação da crise financeira e económica dos últimos anos, ainda que se tenha assistido a uma pequena recuperação económica do país. Num contexto cada vez mais premente de alteração de comportamentos, de modo a garantir a sustentabilidade do nosso Planeta, o grande desafio passa por conseguir conciliar futuramente o crescimento económico de Portugal, em todas as vertentes que o mesmo implica, com atitudes individuais e coletivas mais respeitadoras do Ambiente.

Consulte: http://www.quercus.pt/comunicados/2015/dezembro/4533-balanco-ambiental-2015

publicado por escolaverde às 13:37


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 A Quercus manifesta o seu desagrado perante a intenção dos organizadores de promoverem a edição de 2016 do “Festival Marés Vivas” junto à Reserva Natural Local do Estuário do Douro e espera que o assunto possa ser resolvido fora dos tribunais.

A Reserva Natural Local do Estuário do Douro situa-se na margem sul do rio Douro, junto à sua foz. Inicia-se na zona da Afurada e termina na zona arenosa do Cabedelo. Esta Reserva Natural é actualmente o sítio de maior importância para a biodiversidade na região do Grande Porto e alberga mais de uma centena de espécies de aves, grande parte delas protegidas e raridades.

 

O local onde o “Festival Marés Vivas” se realizou desde 2008 até 2015, além de distar cerca de 1.000 m da área mais importante da Reserva Natural, continha um morro fortemente arborizado da Quinta Marques Gomes, que reduzia e moderava a propagação do ruído, pelo que o evento tinha um impacto limitado sobre as aves da Reserva.

http://www.quercus.pt/comunicados/2016-col-150/janeiro/4541-festival-mares-vivas-2016

 

publicado por escolaverde às 13:35


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 O Governo emitiu uma Declaração de Impacte Ambiental “desfavorável” ao novo projecto do Parque Eólico de Torre de Moncorvo, o qual previa a instalação de 30 aerogeradores de 120 metros de altura nos concelhos de Torre de Moncorvo e Carrazeda de Ansiães, afectando espécies protegidas ameaçadas e a paisagem do Alto Douto Vinhateiro, Património Mundial.

Na conclusão deste processo de Avaliação de Impacte Ambiental, no passado mês de Dezembro, o novo Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Manuel Martins, emitiu uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) desfavorável ao projecto, pelo que o mesmo não poderá avançar.

As razões que motivaram a decisão desfavorável, com base no relatório da Comissão de Avaliação, estão relacionadas com o facto do projecto impactar em grande parte a Zona Especial de Protecção (ZEP) do Alto Douro Vinhateiro (ADV) – Património Mundial classificado pela UNESCO, devido à afectação de atributos que conferem o Valor Universal e Excepcional.

A actual ocupação do solo e a importância económica que representam para as populações as áreas agrícolas, floresta de sobreiros e azinheiras e também a destruição do habitat prioritário dos zimbrais – Floresta endémica de Juniperus spp., no qual, as orientações de gestão preconizadas referem a interdição da alteração do uso do solo, também contribuíram para que este projecto tivesse um parecer desfavorável.

http://www.quercus.pt/comunicados/2016-col-150/janeiro/4542-governo-chumba-parque-eolico-de-torre-de-moncorvo

publicado por escolaverde às 13:32


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