Terça-feira, 09 de Dezembro de 2014

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O relatório provisório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) indica que 2014 foi o ano em que se registou o menor número de incêndios da última década. "Comparando os valores do ano de 2014 com o histórico dos últimos 10 anos, destaca-se que se registaram menos 61 por cento de ocorrências relativamente à média verificada no decénio 2004-2013 e que ardeu menos 81 por cento do que o valor médio de área ardida nesse período", lê-se no documento.

O maior número de ocorrências de fogo foi registado no distrito do Porto (1.378), seguido dos de Lisboa (808) e Braga (576), sendo os incêndios maioritariamente fogachos, ou seja, ocorrências de pequena dimensão que não ultrapassam um hectare de área ardida.

publicado por escolaverde às 13:56


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Um novo estudo publicado na revista Science, no qual participaram investigadores portugueses, conclui que o aquecimento global não ameaça só os polos - vai modificar por completo as zonas tropicais.

"As regiões polares receberam uma atenção substancial porque estão a passar por um grande aumento na temperatura. A extensão dos climas polares decrescerá, o que implica uma redução no habitat disponível para espécies árticas e sub-árticas", explica, em comunicado, o investigador principal do estudo Miguel Araújo, coordenador do polo do CIBIO - InBIO  na Universidade de Évora.

"independentemente destas alterações, o aquecimento nos trópicos deverá criar condições climáticas completamente novas, que atualmente não são experimentadas por nenhuma espécie em qualquer lugar na Terra. A eventual capacidade das espécies se conseguirem adaptar a estas novas condições climáticas é ainda uma questão em aberto".

publicado por escolaverde às 13:54


Natureza tem um preço.jpg

 

Um relatório do indiano Pavan Sukhdev diz que sim. Dar um valor monetário às perdas naturais, causadas pela intervenção humana, é uma forma de medir o que destruímos.

Se entendermos a riqueza como uma combinação do capital físico (produtos e serviços efetuados pelo Homem), do capital humano (saúde, educação, inteligência), do capital social (elementos relacionados com a convivência em sociedade) e do capital natural (a possibilidade de respirar ar puro e beber água doce), então sim; a natureza tem um preço.

publicado por escolaverde às 13:52


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Foi já na madrugada desta sexta-feira que Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, anunciou no Twitter que havia “fumo branco”: os líderes dos 28 países da União Europeia chegaram a acordo para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em pelo menos 40% até 2030 em relação aos níveis de 1990.

O presidente do Conselho Europeu, revelou ainda que se chegou a consenso em relação a outras duas metas: subir a fasquia das renováveis para 27% da energia consumida (objectivo vinculativo à escala europeia, mas não em cada país) e melhorar a eficiência energética em 27% (um objectivo indicativo e cuja meta inicial era de 30%).

 http://www.publico.pt/n1673971

 

publicado por escolaverde às 12:18


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Retirar pessoas e bens de alguns pontos do litoral é uma das opções apontadas pelo grupo de estudo do Litoral, cujos resultados o Governo está prestes a apresentar, disse hoje o presidente da Agência Portuguesa de Ambiente (APA), Nuno Lacasca. O grupo defende que é preciso equacionar o recuo planeado da ocupação costeira.

"Não podemos meter a cabeça na areia e a mensagem que nos vai trazer o grupo de trabalho para o Litoral, presidido pelo professor Filipe Duarte Santos, é que temos de olhar para um conjunto de opções e, entre elas, o recuo planeado" da ocupação costeira, disse.

Fonte: adaptado, DN de 4de dezembro de 2014

publicado por escolaverde às 12:11


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Tendo em conta que a educação é um processo dinâmico, em permanente construção, que deve propiciar a reflexão, o debate e a sua própria modificação, as alunas do  Curso EFA-B3_Pastelaria/Padaria, em colaboração com o Projeto Escola Verde/Clube do Ambiente, com o propósito de sensibilizar a comunidade educativa para as diferentes problemáticas ambientais e aproveitando a quadra que agora se comemora, construiram um presépio utilizando apenas massa de bolacha e açúcar. Este presépio encontra-se exposto na vitrine do Clube do Ambiente, no Pavilhão Polivalente da Nossa Escola e já mereceu os mais rasgados elogios de toda a comunidade educativa.

publicado por escolaverde às 09:19


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