Segunda-feira, 25 de Maio de 2015

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 A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), que cita dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), entidade que compila a informação relativa às ocorrências, adianta que se registaram, até 5 de maio, 4.320 incêndios florestais, mais 3.474 do que no mesmo período do ano passado, quando ocorreram 846 fogos.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/interior.aspx?content_id=4561977

publicado por escolaverde às 18:29


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Veneno continua a matar espécies em perigo

Na passada sexta–feira, dia 9 de Maio, foram encontrados junto ao Rio Angueira, em Miranda do Douro, quatro Abutres-pretos (Aegypius monachus) e um Abutre-do-Egipto (Neopron pernocopterus) mortos com suspeita de envenenamento. Estas aves em perigo de extinção foram encontradas mortas, numa zona de caça, com suspeita de envenenamento, tendo sido posteriormente recolhidas pelo SEPNA – Serviço de Protecção da Natureza da GNR e enviadas para análise.

 Abutre-preto marcado

 Um dos abutres-pretos encontrados mortos tinha sido marcado com um transmissor GSM-GPS e marcas alares no Tejo Internacional, em Idanha-a-Nova, em 2013. Esta marcação decorreu no âmbito da acção A 8-marcação de espécies bioindicadoras, cujo objectivo principal é a utilização de espécimes marcados como uma ferramenta na conservação das aves e no combate ao uso ilegal de venenos, aumentando a eficácia na detecção de eventuais episódios de envenenamento.

 População de Abutre-preto em risco com apenas 11 casais em Portugal

O Abutre-preto extinguiu-se como nidificante em Portugal no início da década de 70, devido à perseguição de que foi alvo e ao uso de venenos. A destruição de habitat de nidificação também deverá ter contribuído para a sua extinção em Portugal. No entanto, a espécie manteve-se presente na faixa fronteiriça das regiões Centro e Sul do país, com indivíduos provenientes de Espanha, onde existe uma população de 1 845 casais. Atualmente, a população portuguesa de Abutre-preto conta apenas com 9 a 11 casais: 1 casal no Parque NaturaI do Douro Internacional, 8 casais no Parque Natural do Tejo Internacional e 2 casais recentemente instalados na ZPE (Zona de Proteção Especial para Aves) de Mourão-Moura-Barrancos. Este episódio de envenenamento poderá contribuir para a extinção regional da espécie e condicionar o regresso de populações reprodutoras estáveis no norte nos próximos anos.

 http://www.quercus.pt/comunicados/2015/maio/4308-abutres-envenenados-no-douro-internacional

publicado por escolaverde às 18:15


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Desde Abril de 2015 que uma impressionante vaga de calor, que ameaça ultrapassar os valores recordes, atingiu o subcontinente indiano. A época das monções começa em Junho, mas as temperaturas teimam em não descer. O número de vítimas mortais ultrapassa os 500, sendo que metade dessas mortes ocorreu durante a última semana.

Insolação e desidratação extrema são as principais causas das mortes registadas na Índia, principalmente nas áreas rurais do Sul. Mas a vaga de calor chegou um pouco a todo o lado, batendo recordes de várias décadas em inúmeras regiões indianas. Allahabad e outras cidades nortenhas registaram, no domingo, uma temperatura máxima a rondar os 48 graus Celsius, enquanto na capital, Nova Deli, se observaram quase 44º.

O Departamento de Meteorologia da Índia prevê que o calor se mantenha, pelo menos, até ao fim do mês, altura em que as primeiras monções deverão chegar ao Sul do país. Mas o massacrado Norte terá de esperar mais umas semanas, pelo que as autoridades aconselham as populações a “protegerem-se do Sol” e a beberem “grandes quantidades de água”.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/vaga-de-calor-na-india-ja-matou-mais-de-500-pessoas-1696835

publicado por escolaverde às 18:09


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A capacidade de destruição dos incêndios florestais é actualmente três vezes superior à que existia nos anos 40, quando as áreas agrícolas do país eram mais extensas e as populações usavam os matos para alimentar os animais.

Mesmo assim, o pior já passou. A perigosidade dos fogos registada em 2011 representa apenas 60% do potencial existente nos anos 1980, quando a capacidade de destruição dos fogos era ainda maior, resultado da combinação de um aumento muito significativo do número de ignições com um tipo de espaço florestal altamente arborizado. As conclusões são de um trabalho de investigação elaborado no âmbito do Programa MIT Portugal, uma parceria do Governo português com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/intensidade-dos-incendios-florestais-e-hoje-tres-vezes-maior-do-que-nos-anos-40-1696741

publicado por escolaverde às 18:05


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