Terça-feira, 17 de Novembro de 2015

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Começou como estagiário numa empresa que trabalha com a Agência Espacial Europeia e agora chefia uma equipa de orientação e navegação espacial. Vasco Pereira divide-se entre duas missões: a LISA Pathfinder, que quer provar uma das previsões da Teoria da Relatividade Geral de Einstein, e a ExoMars, à procura de vida em Marte.

As ondas gravitacionais são pequenas ondulações produzidas no tecido do espaço-tempo. A breve mas brutal expansão do Universo fracções de segundo após o Big Bang, há 13.800 milhões de anos, terá produzido ondas gravitacionais. A matéria também deforma o espaço-tempo, o tecido que constitui o próprio Universo, por isso as estrelas, os planetas, os buracos negros ou galáxias inteiras produzirão estas ondas gravitacionais. Quando elaborou a Teoria da Relatividade Geral, Einstein não se referia às ondas gravitacionais primordiais, porque o conceito de Big Bang não existia nessa altura. Falava, em vez disso, de perturbações, ou ondulações, no espaço-tempo provocadas por qualquer objecto com massa em movimento, em particular objectos muito maciços como os buracos negros.

http://p3.publico.pt/actualidade/ciencia/18873/o-portugues-que-indica-o-caminho-naves-espaciais

publicado por escolaverde às 08:51


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 Dilma e a imprensa demoraram a chegar a um dos maiores desastres ambientais da História do Brasil. Começou há 11 dias, pode durar décadas.

Quando o Cristo Redentor e o Palácio do Planalto se acendem à noite com as cores da bandeira francesa e Paris domina os noticiários, muitos brasileiros perguntam: e Mariana? A ruptura de duas barragens no estado de Minas Gerais há 11 dias provocou um dos maiores desastres ambientais da História do Brasil, mas quem olhasse ontem para as bancas de jornais ou assistisse ao telejornal da Globonews no domingo à noite não iria encontrar nada sobre o assunto. Uma frase tornou-se popular no Facebook brasileiro: “Minha foto do perfil não tem cores da bandeira de França devido a lama de Minas Gerais”.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/o-brasil-nao-tem-as-cores-da-bandeira-francesa-por-causa-da-lama-de-minas-gerais-1714628

publicado por escolaverde às 08:47


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Novas análises genéticas confirmam que este grupo de humanos, desconhecido até há uns anos, pertence a uma espécie distinta dos neandertais e da nossa.

Os resultados publicados esta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) fazem aumentar para três o número de denisovanos cujos fósseis chegaram até nós. E não só: a comparação genética daqueles três fósseis desta nova espécie humana, hoje extinta mas descoberta há apenas uns anos, leva a equipa internacional autora do trabalho a concluir que os denisovanos terão coexistido com os neandertais e com a nossa espécie durante milhares de anos.

http://www.publico.pt/ciencia/noticia/denisovanos-terao-vivido-na-regiao-da-siberia-durante-milenios-1714610

publicado por escolaverde às 08:44


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