Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015

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OMS alerta para o consumo excessivo de antibióticos e para a sua má utilização.

O aumento da resistência aos antibióticos representa "um imenso perigo para a saúde mundial", indicou hoje a diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, na apresentação da primeira investigação sobre o tema.

Esta resistência, acrescentou Margaret Chan, "atinge níveis perigosamente elevados em todas as partes do mundo".

A pesquisa, publicada hoje em Genebra, revela que todas as pessoas podem um dia ser afetados por uma infeção resistente a estes medicamentos.

A resistência aos antibióticos ocorre quando as batérias evoluem e se tornam resistentes aos antibióticos utilizados para tratar as infeções, segundo a OMS.

Este flagelo mundial é sobretudo devido ao consumo excessivo de antibióticos e à sua má utilização.

Perto de metade (44 por cento) das pessoas que participaram no inquérito, que não pretende ser exaustivo e que foi realizado pela OMS nos 12 países, pensa que a resistência aos antibióticos é um problema das pessoas que abusam dos antibióticos.

Dois terços dos inquiridos julgam que não existe qualquer risco de resistência aos medicamentos nas pessoas que utilizem corretamente o tratamento antibiótico que lhes é prescrito.

"Na verdade, qualquer pessoa pode, a qualquer momento e em qualquer país, sofrer uma infeção resistente aos antibióticos", sublinhou a OMS, que assinala a partir de hoje a Semana Mundial para um bom uso dos antibióticos.

http://www.dn.pt/portugal/interior/aumento-da-resistencia-aos-antibioticos-e-perigo-para-a-saude-mundial-4887358.html

publicado por escolaverde às 11:07


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 10 mortos e o desaparecimento de uma vila sob a lama são as consequências da catástrofe natural no Brasil.

Mais de 200 municípios do estado brasileiro de Minas Gerais, atingidos por deslizamentos de terras há 12 dias, declararam na terça-feira "estado de emergência", numa tentativa de facilitar a reconstrução, informaram as autoridades.

A decisão do governo de Minas Gerais diz respeito à "região do Rio Doce e os municípios afetados pela rutura de duas barragens no município de Mariana", a 73 quilómetros da capital, Belo Horizonte.

Cerca de 62 milhões de metros cúbicos de lama ocre carregada de resíduos de minerais de ferro engoliram uma vila de 630 habitantes, a 14 quilómetros de Mariana, depois da rutura, a 05 de novembro, de duas barragens da empresa mineira Samarco, detida, em partes iguais, pelo gigante da mineração brasileiro Vale e pelo anglo-australiano BHP Billiton.

Dez pessoas morreram e 15 outras continuam dadas como desaparecidas.

http://www.dn.pt/mundo/interior/estado-de-emergencia-em-200-municipios-por-deslizamentos-de-terras-4890473.html

publicado por escolaverde às 11:02


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 A Windlfoat é uma aposta inovadora da EDP que levou à construção de uma turbina eólica com tecnologia offshore flutuante.

No mundo há energia para tudo, temos que a ir buscar onde ela está”. António Vidigal, CEO da EDP inovação, vê o mundo desta forma e a EDP renováveis tem esta máxima no seu ADN. Em dezembro de 2011 num projeto de inovação deu um passo que revolucionou a produção de energia, no mar, através do vento.

Portugal tem investido nas energias renováveis de forma ímpar: habituamo-nos a ver painéis fotovoltaicos em campos e turbinas eólicas no meio das montanhas. Mas porquê nas montanhas se há muito mais e mais constante vento no mar? Para dar resposta a esta necessidade a EDP apresentou a Windfloat, uma turbina eólica com tecnologia offshore flutuante.
Flutuante é a palavra chave aqui, através de um sistema de comportas que se vão enchendo de água na base dos três pilares associadas a um sistema de lastro elástico e dinâmico.

Embora seja flutuante, a turbina que se encontra ao largo da praia da Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, já deu provas da sua estabilidade. Lembra-se do recorde de McNamara na Nazaré? A Windfloat portuguesa surfou, na mesma altura, ondas de 17 metros. Esta característica permite que a turbina seja instalado longe da costa, não sendo agressiva para a paisagem e onde há muito mais vento. E é aqui que se destaca dos seus concorrentes cujas turbinas só podem ser utilizadas em águas pouco profundas.

Flutuante pode também querer dizer portátil. Sem perfurações, a turbina foi feita e colocada em cima da plataforma em terra, e no fim foi deslocada de barco pelo estuário do Sado até à Póvoa de Varzim.

Aproveitando tecnologias já utilizadas no petróleo e no gás esta plataforma está preparada para receber qualquer turbina, e a EDP já tem um projeto onde estarão em funcionamento três ou quatro turbinas de 6 ou 8 mW.

Ideias e inovações que já lhe valeram o prémio NER300 (30 milhões de euros) que distingue e financia os melhores projetos em energias renováveis. O ano passado, 62% da energia que entrou na rede já foi produzida através de fontes renováveis. António Vidigal afirma ser expectável que “em 2050 a totalidade da energia seja produzida dessa forma”.

http://expresso.sapo.pt/iniciativaseprodutos/mes-do-ambiente-2015/2015-11-17-Ideias-Verdes-lembra-se-de-McNamara--A-Windfloat-tambem-surfou-ondas-de-17-metros

publicado por escolaverde às 10:53


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