Um relatório do indiano Pavan Sukhdev diz que sim. Dar um valor monetário às perdas naturais, causadas pela intervenção humana, é uma forma de medir o que destruímos.
Se entendermos a riqueza como uma combinação do capital físico (produtos e serviços efetuados pelo Homem), do capital humano (saúde, educação, inteligência), do capital social (elementos relacionados com a convivência em sociedade) e do capital natural (a possibilidade de respirar ar puro e beber água doce), então sim; a natureza tem um preço.


