Os resíduos de fragmentação, a amálgama de vários materiais que resulta da trituração dos veículos, podem ser usados como matéria-prima para o fabrico de cimento em vez de serem apenas valorizados energeticamente nos fornos das cimenteiras como combustíveis alternativos, tal como acontecia até agora.
Foi isso mesmo que provou um estudo apresentado por um conjunto de cimenteiras e três entidades gestoras – Valorcar, Valorpneu e Sociedade Ponto Verde – que foi apresentado no final de 2014 ao Ministério do Ambiente e à Agência Portuguesa do Ambiente.
O estudo vem demonstrar que há um contributo importante destes resíduos não só em termos de valorização energética, mas também de reciclagem nessa vertente de matérias primas alternativas.


