Esta é a medida mais visível da Reforma da Fiscalidade Verde que entra em vigor com o novo ano. Parte da receita proveniente da tributação dos sacos plásticos servirá para reforçar o Fundo de Conservação da Natureza e financiar projectos nos municípios que integram áreas classificadas.
Outra das medidas, que tem como objectivo promover uma economia de baixo carbono, combater as alterações climáticas e reduzir a dependência energética do exterior, é a taxa de carbono, que passa a incidir sobre os sectores não incluídos no sistema europeu no sistema europeu de comércio de emissões (CELE), com um impacto estimado, em 2015, de mais de nove milhões de euros e, por outro lado, agravando as taxas de ISV em função das emissões de CO2 dos veículos, com um impacto previsto de 28 milhões de euros.
No sector da energia e dos transportes, a Reforma da Fiscalidade Verde vem incentivar a utilização de carros elétricos, híbridos plug-in, GPL e GNV, através IRS e IRC, permitindo ainda a dedução do IVA da aquisição, fabrico ou importação, locação ou transformação de viaturas de turismo elétricas ou híbridas plug-in.


