Um projecto de biodiversidade apresentado hoje na Universidade de Aveiro (UA) defende que as torres eólicas, onde se regista uma grande mortalidade de aves e morcegos, devem parar em certas alturas do ano.
“Há locais com grande mortalidade de alguns desses grupos, e também em alguns períodos do ano, e esse aspecto é importante, uma vez que podemos minimizar os efeitos, através de uma interrupção temporária do funcionamento das torres, em determinadas alturas, mais complicadas para essas espécies. Tudo isto está a ser equacionado”, explica Carlos Fonseca, do Departamento de Biologia da UA.
A questão ganhou recentemente nova acuidade com o lançamento, pela União Europeia, de um guia para permitir a implantação de parques eólicos em área de Rede Natura 2000.


